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25 de maio de 2014

Resenha #11: A Ilha de Kansnubra - Andrews Ulisses [+ Entrevista com o autor!]

Oi amigos!!!







Hoje tem postagem em dose dupla pra vocês! Semana passada finalizei a leitura de "A Ilha de Kansnubra e o portal perdido" do Andrews Ulisses e também fiz uma entrevista com o autor, então hoje eu vou fazer um combo nacional para vocês: Resenha + Entrevista.

Para não ficar um texto muito grande eu fiz uma vídeo resenha do livro que foi a minha primeira experiência então eu me enrrolei um pouco, falei bastante e o vídeo está "levemente" comprido, vou melhorar, prometo, mas para quem prefere o modo tradicional também vou tecer alguns cometários escritos, beleza?


Resenhas (vídeo e escrita)

Título/Título original: A Ilha de Kansnubra e o portal perdido
Autor: Andrews Ulisses
Editora: Novos Talentos
Ano de lançamento: 2013
Status: Livro em série
#1 O portal perdido
#2 Não divulgado
#3 Não divulgado
Páginas: 278
Skoob: Link1 
Onde encontrar: Saraiva



Bom, A Ilha de Kansnubra é um livro infanto-juvenil e conta a história de Garley um menino que por um acaso é transportado para uma ilha isolada no meio do Triangulo das Bermudas. Há anos ninguém entra ou sai da Ilha de Kansnubra, mas agora Garley está lá e ele quer voltar para casa, infelizmente, só tem um jeito disso acontecer, um plano muito complicado, praticamente impossível de se realizar: Garley precisa do portal, mas ninguém sabe o paradeiro dele. Para resolver esse mistério, o jovem vai contar com uma ajuda tamanho família.

Aldrich, Jhonny, Alix, Jorge, Laura e Alastor são bons cidadãos de Carolinda, uma cidade da ilha, e querem ajudar Garley a voltar para casa. Aldrich porque tem certa culpa em Garley ter ido parar ali e também porque encherga coragem e potencial no rapaz. Jhonny, porque é primo de Aldrich e possui alguns objetos que serão necessários para a caça ao portal. Laura é esposa de Jhonny e tem um grande coração, apesar de não gostar da ideia aventureira quer ajudar Garley. Alix e Jorge, filha e sobrinho de Jhonny respectivamente, ficam empolgados com a jornada e serão os primeiros amigos de Garley, e Alastor é um genioso dragão de estimação da família.

É um livro de grandes aventuras e transformações. Garley é um jovem com dificuldades de relacionamento no mundo "normal", seus laços se resumem à sua família, e de repente ele se encontra em um lugar completamente diferente de tudo que já viu, mesmo que não tenha sido muita coisa, com pessoas que querem ajudá-lo e lhe ofertam amizade. Mais do que uma busca pelo portal ou uma luta pela proteção da Ilha, é uma jornada de descoberta do próprio Garley: auto-confiança, sacrifício, lealdade, força. Garley irá se descobrir capaz.

Zallezeres é um poderoso mago que já foi guardião da Ilha, apesar de estar "desaparecido" é conhecido e temido por suas atitudes egoístas e perversas. Aparentemente é ele quem manipula o portal e condena os habitantes de Kansnubra ao confinamento. As pessoas vivem contentes, mas sob a sombra do medo. Muitas descobertas são feitas desde a chegada de Garley, afinal ele é o motivo de pensarem na possibilidade de reencontrar o portal. O problema vai muito além da necessidade de retornar o menino para casa e Garley tem mais ligações com a Ilha do que qualquer um podia imaginar!

Então o peculiar grupo. parte em uma aventura cheia de lutas, criaturas perigosas, perseguições, fugas, perdas, magia e descobertas. Uma ilha onde há magia pulsante, mesmo que estando rodeada pelo convencional mundo humano, pode ser muito mais ameaçada pelo que está dentro do que pelo que vem de fora. 

Imagem retirada do site oficial do autor.
"A Ilha de Kansnubra e o portal perdido" tem uma linguagem simples e uma narração fluida, apesar de ter achado algumas expressões um pouco repetitivas ou mal colocadas. É dividido em capítulos pouco extensos e conta com uma rica história de aventura, com personagens marcantes e um curioso mundo que funde misticismo e modernidade, chegou a me lembrar de Harry Potter pelo pouco que conheço, mas não posso falar com propriedade sobre isso. Há bastante ação e sabedoria em suas linhas, bem como situações e diálogos engraçados e possui um encerramento satisfatório, até surpreendente.  É um excelente livro para o público infantil, mas também é capaz de agradar a leitores de todas as idades. 

A diagramação interna proporciona uma leitura bastante confortável, mas penso que a arte da capa, apesar de bonita, ficou séria demais para o tom jovial da história. Houve erros de revisão perceptíveis que me incomodaram, e não é a primeira vez que percebo isso nos livros da editora. Esse é, inclusive, um aspecto que acho relevante ressaltar, sobretudo pelo contexto da Ação. Se queremos mesmo que os livros nacionais tenham reconhecimento, o mercado editorial precisa estar disponível e comprometido para que o material seja realmente bem qualificado.

Se quiser saber um pouco mais sobre o mundo mágico da Ilha de Kansnubra, características dos personagens e análises das mensagens que o livro transmite, podem conferir a vídeo-resenha:

E agora, que tal conhecer um pouquinho mais o Andrews e entender como surgiu Kansnubra e a história de Garley?

Entrevista com o autor

Quem é? Desde pequeno desenvolveu o gosto por livros de ficção. Aos dez anos começou a criar histórias em quadrinhos e aos dezesseis decidiu ser escritor. Já recebeu várias premiações em reconhecimento ao seu empenho pela arte, literatura e Língua Portuguesa. Estudante de engenharia  de computação na Universidade de Sorocaba, é um cinéfilo, e gamer que aprecia viajar para conhecer novas culturas e costumes.

ATLT: Como surgiu a idéia de criar Kansnubra, os cenários, os seres, a fusão entre magia e tecnologias?
Andrews: Primeiramente agradeço a oportunidade desta entrevista. Bem, a idéia central veio do nada. Escrevi e finalizei um manuscrito em poucos meses e deixei de lado. Depois de algum tempo, relendo, percebi que faltava muita coisa, então comecei a reescrever. Fiz um esquema dos ambientes e personagens com suas principais características assim como dos episódios e fui separando por capítulos. O processo da narrativa foi acontecendo lentamente. Fui moldando e ajustando a historia me inspirando em cenas de filmes, livros e até mesmo fatos do meu cotidiano. Focava no capítulo e as idéias surgiam. Tentei mesclar magia com tecnologia sem me aprofundar.

ATLT: No processo de desenvolvimento das personagens, você teve alguma dificuldade ou já tinha claro em sua mente como seria a desenvoltura de cada um? Algum deles é inspirado em alguém que você conhece?
Andrews: Houve sim, um pouco de dificuldade, porém ao longo do processo da escrita fui desenvolvendo a personalidade de cada um conforme o meu modo de ver, observar e analisar pessoas e personagens de outras histórias, então todos eles tem um pouco de mim. A personagem Laura tem os traços de caráter e personalidade muito parecidos com os da minha mãe.

"Laura não é uma guerreira de armas como os outros integrantes da família. Alix e Aldrich exímios arqueiros. Jorge e Johnny esgrimistas natos. Sua força estava no amor pela família. Ela os mantém unidos e os incentiva a continuar. Acredito que ela era a detentora da arma mais poderosa.”
Palavras de Khrys Anjos. blogueira

ATLT: Quanto tempo levou para escrever A Ilha de Kansnubra? Houve muitos bloqueios criativos ou foi um processo tranquilo?
Andrews: Em torno de um ano e meio para escrever. Houve muitas idéias e mudanças de idéias. Reescrevi muitas vezes e tive dificuldade em desapegar e enviar para a crítica literária.

ATLT: Em geral, quando você está escrevendo e lhe falta inspiração o que você faz para sair da situação?
Andrews: Paro de escrever, começo a fazer outras coisas, só volto quando estou inspirado.

ATLT: Pela minha experiência de leitura, A Ilha de Kansnubra é um livro com um tom infanto-juvenil, pela forma que se dá a relação entre os personagens, pelos elementos escolhidos e até mesmo pela visão menos violenta em que foram moldadas as cenas de luta. Era a sua intenção escrever um livro para esse público, com essas pequenas demonstrações de respeito e consciência socioambiental através das ações das personagens?
Andresws: Escrevi a historia pensando que leitores de todas as idades podem aventurar-se no mundo da imaginação. Mas tomei o cuidado de adequá-la principalmente para o público infanto- juvenil.

Imagem retirada do site oficial do autor.
 ATLT: Na infância, qual era sua relação com os livros? Como foi seu primeiro contato com a leitura?
Andrews: Relação muito próxima. Por incentivo da minha mãe, livros e revistas infantis era o passatempo predileto meu e de minha irmã. Além disso, nas escolas que freqüentava também recebia muito incentivo e retirava com muita freqüência livros da biblioteca para ler. Minha irmã e eu competíamos para ver quem lia mais. Foi tantos livros, que é impossível lembrar o primeiro. Mas a primeira série foi Harry Potter.

ATLT: E a escrita, quando começou a aventura com suas próprias palavras?
Recentemente, Andrews foi indicado como
membro da Delegação Brasileira na
Academia de letras e Artes
Valparaíso do Chile
Andrews: Aos 10 anos. Gostava de fazer tirinhas, historia em quadrinhos. Fazia a diagramação, criava os personagens, desenhava e escrevia os textos, já com a intenção de publicar. Mas só aos 16 anos resolvi escrever um livro.

ATLT: Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor como referência.
Andrews: J.K Rowling e Rick Riordan com certeza me influenciaram. Mas o que realmente me inspira a escrever é a meta que estabeleci. Quero finalizar a trilogia “A Ilha de Kansnubra”, depois pretendo escrever outros livros e criar outras histórias incríveis.

ATLT: Você começou a fazer publicações ainda muito jovem. Pode dizer quais são, na sua visão, os desafios para que um autor consiga ser publicado e conhecido no mercado literário brasileiro, especialmente numa situação semelhante a sua?
Andrews: Ser publicado não é difícil, existem aí muitos meios, muitas oportunidades. Oque é difícil é ser reconhecido e conhecido no mercado literário. Para chegar lá é necessário dedicação, conhecimento, divulgação, perseverança e principalmente não depender financeiramente disso. Resumindo é preciso ter muito gosto pela escrita.

ATLT: Nesse cenário literário que há hoje no Brasil, que tipo de elementos você acredita que podem ajudar a impulsionar e respaldar o reconhecimento das obras nacionais?
Andrews: Campanhas para incentivo a leitura de livros nacionais.

Enciclopédia de Artistas Contemporâneos
Lusófonos, edição comemorativa de luxo
pelos 8 séculos da língua portuguesa.
Andrews fez contribuições assim como
Ariano Suassuna e Mia Couto. Além disso,
recebeu a Comenda Castro Alves pela
participação.
ATLT: Tem algum projeto a vista? Novos livros ou colaborações? Conte-nos um pouco!
Andrews: Estou escrevendo o segundo livro da trilogia “A Ilha de Kansnubra”, com a seqüência das aventuras de Garley. Está meio devagar, mas é por conta das provas e trabalhos da faculdade, pretendo lançá-lo este ano. Além disso, tenho tido participações em projetos que incentivam a Língua Portuguesa.

ATLT: Sei que essa pode ser uma pergunta difícil, mas qual seu livro preferido?
Andrews: Não tenho um livro preferido. Cada livro que li foi uma experiência diferente naquele determinado momento. Então não tem como comparar. Mas posso dizer que tenho preferência por aventuras e suspenses.

ATLT: Qual livro nacional você recomenda? Por quê?
Andrews: Recomendo todos. Uma pessoa é diferente da outra. Então penso que a opinião sobre um determinado livro, a pessoa só vai ter LENDO. Toda obra é única e tem o seu valor.

ATLT: Gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores brasileiros?
Andrews: Sou também um leitor brasileiro e como a maioria dos leitores também tinha preferência pelos Best-sellers estrangeiros, mas mudei de opinião, hoje vou a livraria e busco a prateleira escondida dos nacionais - lá tem muito livros bons inclusive o meu.

Isso é tudo pessoal! Espero que tenham gostado da resenha e de conhecer mais o Andrews. Comentem o que acharam do livro, da resenha e das declarações do autor. 
Queria agradecer ao Andrews pelo carinho e disponibilidade. E se você quer uma chance de ganhar um exemplar de "A Ilha de Kansnubra" participe da Promoção Especial Nacionais, até 07/06!

Estamos entrando na última semana da Ação, hoje é o último dia para enviar as respostas da Gincana, mas a diversão não para, fiquem ligados e participem da nossa TAG interativa: Copa dos Nacionais, além de muitas outras postagens especiais ainda nessa semana de encerramento!

Blogs participantes:

25 de abril de 2014

TAG #3: Dez livros que me marcaram.

Dez Livros Que Me Marcaram

Essa não é exatamente uma TAG, há alguns meses houve uma brincadeira no facebook que consistia em fazer uma lista com 10 livros de ficção ou não ficção que tenham me marcado. Eu havia planejado falar um pouco mais da minha história com esses livros, os quais eu recomendo muitíssimo, o plano era ter feito isso no Dia Mundial do Livro (23/04) mas eu me embananei toda e não consegui fazê-lo. Mas como eles merecem esse destaque, vamos falar deles hoje! A ideia da brincadeira era não gastar muito tempo, nem pensar muito, mas quando se tratou de fazer aquelas escolhas, isso foi impossível. Bom, eu queria aqui não só citá-los mas dizer sua importância. Vamos a eles:

1- O Pequeno Príncipe - Antoine Saint-Exupéry
É o primeiro livro que lembro de ler com a minha mãe, reservando uma hora de cada dia para apreciar suas páginas. Lembro de como ela fez a brincadeira do "chapéu" comigo, no início da leitura. Além dessas lembranças, o principezinho me ensinou várias pequenas lições. Como enfrentar os baobás, como cuidar de casa, como enxergar as rosas, como cativar as raposas... Há sempre algo para se aprender com ele.

2- A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak
Foi um susto o dia que ganhei meu exemplar. Pela primeira vez leria um livro com mais de 150 páginas e o fato dele ser narrado pela morte me assombrou, de verdade, na flor dos meus 12 anos. Chorei. Nunca leria um livro de terror (?!). Foi mais ou menos isso que eu disse. Como minha mãe "ameaçou" devolver todos os livros que eu havia ganho (era meu aniversário) voltei atrás e arrisquei dizer que o leria sim. Quase um ano depois, numa aula sobre o nazismo, meu professor de história, de quem eu era fã, citou e recomendou o livro. Foi o suficiente para eu me aventurar. Hoje me pergunto de onde tirei tanta tolice. Aquela narradora cheia de ponderações e revelações me aterrorizou e me comoveu e ao final eu compreendi que livros poderiam, literalmente, salvar a sua vida. Ou quase isso. Mas você precisa amar as palavras.



3- A Culpa é das Estrelas - John Green
Tudo começou com frases esporádicas no Tumblr. "Meus pensamentos são estrelas que não posso arrumar em constelações", "Esse é o problema da dor, ela precisa ser sentida" e, claro, o enigmático "Okay". Então uma amiga que faz mágica com as palavras, recomendou-o a mim (Mai!!!). O título de John Green estava crescendo exponencialmente, assim como minha curiosidade. Não resiste, li e-book mesmo. E fui cativada pela rebeldia e existencialismo de Hazel, pelo hedonismo e conotatividade de Gus. É uma história que faz com você algo difícil de se explicar, mas na sua cabeça e no seu coração faz todo o sentido. Não consegui terminá-lo no e-book, eu precisava daquelas palavras para mim, em tinta e papel. Acabei lendo tudo de novo até chegar no ponto de parada e senti aquela coisa se intensificar em mim. Ah! Eu nunca consigo ser objetiva, quando falo desse livro. <3


4- Trilogia Jogos Vorazes - Suzanne Collins
A descoberta do meu gênero favorito. Há quem ache a história de Katniss confusa, tumultuada, nada legal. E é tudo isso mesmo, THG é uma alegoria atual bastante corajosa sobre nossa história. Miséria, exploração, manipulação, perdas, guerras... Tem bastante psicologia e filsofia envolvida ali. Diria até que não basta ler os livros, é preciso conhecer os bastidores, as orientações de Suzanne Collins. Eu me apaixonei por essa trilogia, e reconheço que ela não é perfeita, mas eu busquei conhecê-la de todas as formas que pude e ela me mudou. Mudou mesmo.


22 de abril de 2014

Filme #2: O que penso de Tinkerbell: Fadas e Piratas


Eu sou uma criatura que nunca vai se cansar de assistir filmes da Disney, ainda mais se for relacionado à Tinkerbell. Eu não me dei muito bem com ela na infância, ela me pareceu chata, ciumenta e estressada em Peter Pan, na verdade, como eu já disse, eu não gosto da adaptação de Peter Pan da Disney. Comecei a me simpatizar mais com a Tinkerbell depois, quando começaram as histórias de Pixie Halow. No entanto isso não vem ao caso. Hoje eu vou falar do mais recente filme da Tinkerbell!


Tinkerbell: Fadas e Piratas, lançamento de fevereiro de 2014, foi um filme bonitinho, com bom investimento na arte e um plot bastante promissor. Entretanto, para mim, não é o melhor filme das Fadas Disney produzidos até agora e isso foi um pouco decepcionante, porque esse é o quinto longa na sequência e eles estavam seguindo uma curva ascendente de melhoramento, grandiosidade e envolvimento, e Fadas e Piratas não cumpriu minhas expectativas, acho que o plot ficou um pouco perdido e confuso.

O filme, como mostra o trailer, conta a história de Tinkerbell e suas amigas parar salvar o Pozinho Azul que é como um fermento para o Pozinho das Fadas, o qual elas precisam para voar. Existe uma quantidade muito pequena do Pozinho Azul e ele foi roubado por uma fada, Zarina, para ajudar um grupo nada "simpático". Zarina era uma fada Guardian do Pozinho de Fada, assim como Terence, mas Zarina é curiosa, ela utilizava todo o seu suprimento para fazer experimentos. Experimentos perigosos, que acabaram em um baita desastre. Então, Zarina fugiu.


O que podemos perceber são similaridades entre Tink e Zarina. Esta é incompreendida em seus desejos e curiosidades assim como a talentosa fadinha artesã foi por bastante tempo. Mas ao contrário de Tink que teve dificuldade de aceitar seu talento, Zarina acredita que o seu talento é potencialmente maior do que as outras fadas veem. Então ela encontra quem acredite em seu talento, uma tripulação de pessoas. Piratas na verdade. E é para eles que Zarina rouba o Pozinho Azul e isso acontece durante um grande evento de Pixie Hallow. Zarina põe quase todos para dormir fazendo com que papoulas surjam do nada. Como ela faz isso se não é uma fada jardineira? Bom, eu já disse, Zarina encontrou quem acreditava no seu talento e que permitiu que ela experimentasse... E conseguisse resultados.

16 de abril de 2014

Traços e Cores #2: Especial do Dia do Desenhista (Parte 2)


Continuando com o pequeno especial para o Dia do Desenhista, é hora de apresentar um talentoso artista brasileiro. Ele é o simpático escritor e ilustrador: Nanuka Andrade! Conheci-o através de seus livros que chamaram minha atenção pela linda arte da capa, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler, porque parecem ser ótimos. O próprio Nanuka fez as ilustrações deles. Além disso, ele trabalha com comics, publicidades e banners para blogs! Confira mais no site.

Arte da capa de "Camundo - O Desenho e a Sombra", primeiro livro de Nanuka Andrade
Arte da capa de "Camundo - O Signo Oculto", segundo livro de Nanuka Andrade
Arte da capa de "O Ladrão de Destinos", terceiro livro de Nanuka Andrade
"Se eu pudesse mudar o passado
 com um desenho, daria um final
feliz para a Anne Frank!"
- Nanuka Andrade no Facebook
"Tentativa" do Nanuka de desenhar a Elsa (Frozen)
segundo palavras dele. Modesto... [risos]







Desenho inspirado no filme "Anna Karenina"

Traços e Cores #2: Especial do Dia do Desenhista (Parte 1)


Combinando duas coisas que eu amo: Desenho e Princesas (Disney) essa é uma postagem de exibição. A Brianna Cherry Garcia é uma das minhas desenhistas favoritas, acompanho ela há anos no DeviantArt e geralmente seus desenhos vão parar nos meus favoritos! Como hoje é Dia do Desenhista, eu gostaria de compartilhar esses desenhos da Brianna com vocês! Quem ama Disney? \o/ 
Aguardem quem hoje tem mais Desenhistas! <3

Ariel (A Pequena Sereia), Elsa (Frozen),
Cinderella (Cinderella), Aurora (A Bela Adormecida), Tiana ( A Princesa e o Sapo)

Mulan (Mulan), Rapunzel (Enrolados), Ariel (A Pequena Sereia),
Merida (Valente), Jasmine (Aladdin), Megara (Hércules)

Bela (A Bela e a Fera), Rapunzel (Enrolados), Tiana (A Princesa e o Sapo)
Anna (Frozen), Elsa (Frozen)

22 de fevereiro de 2014

Desafio 52 - Semana #8: Os melhores filmes infantis a que já assisti...


Oi pessoal, eu finalmente decidi encarar o Desafio 52! Sim, com 8 semanas de atraso, é só que eu não estou com meus horários muito bem resolvidos para esse ano, então minha vida ainda está meio bagunçada. Mas eu vou trazer as postagens do Desafio 52 nos fins de semana (sábado/domingo), certo? 

Bom, vou começar pela Semana 8 por uma questão cronológica dos temas estabelecidos, quando chegar à Semana 52 eu fecho o ciclo retornando para a Semana 1 até a Semana 7. Espero que gostem de me conhecer um pouquinho mais, provavelmente eu também acabarei me conhecendo mais... Ah, e quero conhecer vocês também, então por favor, comentem!

Vocês podem conferir mais sobre o Desafio 52 neste link. E o Desafio dessa semana é: Os melhores filmes infantis a que já assisti...




17 de janeiro de 2014

Especial #1: Meta de Leitura para 2014!



   
Vejam só quando eu começo os planos... Não, nãos e preocupem, prometo que não sou “atrasada” assim. Minha demora de elaborar uma meta para 2014 teve suas razões, então, vamos a elas.

Primeiro: eu tive que dá uma pausa nos meus planos de leitura porque fui convocada para a II fase do vestibular da Unicamp e havia muitas das literaturas obrigatórias que eu ainda não havia lido. Mas valeu a pena!
Confesso que tenho uma “preguicinha” para ler clássicos de literatura nacional, felizmente costumo me surpreender com essas leituras, o que me deixa contente e culpada ao mesmo tempo... Tudo bem, eu estou melhorando e me despindo dessas resistências aos poucos.
 Em breve, planejo fazer uma postagem para falar sobre as obras desse vestibular e minha experiência. Espero que se interessem! Tanto pelo texto quanto pelas leituras.

Segundo: foi pavorosamente difícil decidir uma Meta para 2014, porque:
a) eu sou péssima com esse tipo de coisa;
b) presumo muitas surpresas literárias agradáveis esse ano e isso aumentará minha vontade e, consequentemente, a minha Meta, podendo torná-la irrealizável. Caramba, estou a pura hipérbole!  
c) Fiquei meio insegura, já que este vai ser meu primeiro ano como universitária Yes! Chegou minha vez. Não contei? Passei no vestibular! Glória!!! Eu ainda não sei como vai ser o ritmo do meu curso e isso pode afetar os meus planos;
E, por fim,
d) eu queria fazer uma Meta diversificada, que me fizesse provar coisas diferentes e sair da minha zona de conforto. Não sei se é uma decisão muito sábia, posto o que disse no item anterior, mas meu espírito aventureiro não resistiu. [risos]

Ah! Outra coisa, estou lendo Finale (último volume da série Hush,hush) e em breve farei a resenha e o especial para a série, como havia dito na resenha de Silêncio. No entanto, ele não está incluso na Meta. Assim como outros que sei que vão surgir pelo caminho.


Agora que os esclarecimentos foram dados, vamos à minha Meta de Leitura para 2014!

Braço! <3